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Projeto Fauna Exótica e Nativa

As aves, a fauna aquática, os macro invertebrados e os mamíferostambém merecem atenção especial do Programa Biocidade, por meio do Projeto Fauna Exótica e Nativa.

Técnicos da Secretaria Municipal do Meio Ambiente trabalham nos principais Parques de Curitiba, para identificar a presença de espécies raras e ameaçadas de extinção, de espécies exóticas e exóticas invasoras.

A FAUNA URBANA

Estudos desenvolvidos pelo Museu de História Natural do Capão da Imbuia têm mostrado que formações remanescentes existentes na Grande Curitiba ainda permitem a manutenção de uma significativa diversidade silvestre.

Ictiofauna - os peixes

A ictiofauna do alto rio Iguaçu, onde a cidade de Curitiba encontra-se inserida, é composta por pelo menos 37 espécies de peixes, sendo que nove podem ser consideradas exclusivas para esse sistema hidrográfico, não ocorrendo em outros riachos na bacia do rio Paraná.

Os Characiformes (lambaris) e Siluriformes (bagres e cascudos) são os peixes mais encontrados, somando 70% das espécies registradas.

Algumas características chamam a atenção na ictiofauna de Curitiba: o elevado grau de endemismo, a ausência de muitas espécies de peixes típicos do rio Paraná (dourado, piapara, piau, pintado) e o pequeno número de espécies em comparação com outros afluentes da bacia do rio Paraná.

In the city, several streams comprise environments that are favorable to the spreading of countless fish species, the Characidae (tetras) being among the most diversified families. In these systems, riparian forests are quite important as a source of food and shelter, which are important factors for the maintenance of the water fauna diversity. In addition to the higher diversity, the vegetation allows for the existence of fish with several levels of specialization, using fruit, leaves, and flowers as food for several species, as well as terrestrial arthropods that fall from the riparian vegetation and aquatic larvae from insects that feed, directly or indirectly, off this organic material imported from the vegetation.

Herptopfauna: répteis e anfíbios

As informações disponíveis sobre a herptofauna de Curitiba restringem-se a listas regionais ou a informações de trabalhos sobre sistemática e distribuição de determinadas espécies.

O grupo das serpentes é representado por aproximadamente 30 espécies, sendo o mais abundante dentre os répteis. Ocupam os mais diversificados ambientes, apresentando hábitos variados como: arborícola, terrestre e aquático. Algumas espécies apresentam tolerância às alterações decorrentes da urbanização, podendo ocorrer mesmo em áreas povoadas.

As serpentes encontradas com maior frequência em Curitiba são a “cobra-cega”, Liotyphlops beui, muito comum em quintais e jardins; a “cobra-da-terra”, Atractus reticulatus, encontradiça em terrenos baldios e descampados; Philodryas patagoniensis (papa-pinto), que se alimenta de diversos vertebrados e ocupa variados ambientes; Liophis miliaris (cobra d’água), que normalmente habita fundos de vales e banhados, alimentando-se de peixes e anfíbios; a “dormideira”, Sibynomorphus neuwiedi, que se alimenta exclusivamente de moluscos e ocorre em áreas arborizadas; e Oxyrhopus clathratus (“falsa-coral”), que preda pequenos vertebrados e também pode ser encontrada em áreas de bosques e fragmentos florestais.

Os lagartos estão pouco representados e encontram-se geralmente associados às áreas de campos e remanescentes florestais. A espécie mais conhecida é o “teiú” (Tupinambis merianae), lagarto de médio porte e onívoro. A “lagartixa-de-parede”, Hemidactylus mabouia, é uma espécie proveniente da África que tem-se tornado comum em residências de Curitiba.

Os dados existentes sobre a fauna de anfíbios da região não são completos. Todavia, sabe-se que dentro da cidade esse grupo é hoje representado por poucas espécies de anuros (sapos da família Bufonidae, rãs da família Leptodactylidae e pererecas da família Hylidae), fato decorrente da modificação dos ambientes naturais. Desta maneira, as espécies de anfíbios ocorrentes em Curitiba, na maior parte dos casos, são pouco exigentes, tolerantes e adaptáveis às alterações ambientais e apresentam ampla distribuição geográfica.

Avifauna

 

Em relação às aves, Curitiba apresenta características peculiares, principalmente pela proporção de áreas verdes. Isso proporciona a manutenção de uma diversidade de aves que se destaca em relação a outras cidades brasileiras, com uma avifauna tipicamente associada às florestas com araucária, a campos e a áreas úmidas, como os banhados encontrados principalmente ao longo do trecho superior do Rio Iguaçu. A comunidade de aves é composta por espécies aquáticas e terrestres, recebendo também a visita de algumas migratórias.

Atualmente, as espécies mais comuns encontradas na região urbana, além do pardal (Passer domesticus), que é uma espécie exótica, são: o joão-de-barro (Furnarius rufus), o tico-tico (Zonotrichia capensis), a corruíra (Troglodytes aedon), o sanhaço (Traupis sayaca) e o bem-te-vi (Pitangus sulphuratus). Somam-se a estas várias espécies de beija-flores (Leucochloris albicollis e Chlorostilbon aureoventris) e pequenos tiranídeos como alegrinho (Serpophaga subcristata). Áreas abertas com gramados são ocupadas pelo quero-quero (Vanellus chilensis) sempre em pequenos grupos.

Os lagos são habitados por frangos d’água (Gallinula chloropus), jaçanãs (Jacana jacana), marreca ananaí (Amazonetta brasiliensis) e, em áreas úmidas, destaca-se a presença de saracuras (Aramides saracura) e de espécies migratórias como maçaricos e batuíras (Tringa flavipes; Himantopus himantopus).

São típicas de áreas florestadas várias espécies de sabiás (Turdus sp.), a choca-da-mata (Thamnophilus caerulescens), o pula-pula (Basileuterus culicivorus), o tié-preto (Tachyphonus coronatus) e o coleiro (Sporophila caerulescens).

Entre as espécies florestais, salienta-se a presença da gralha-azul (Cyanocorax caeruleus) e da gralha-picaça (Cyanocorax chrysops). A gralha-azul habita a Floresta Atlântica e a Floresta com Araucária, frequentando o estrato superior. Como todas as gralhas vive em grupos e desloca-se voando acima do dossel da floresta, em voo planado, levemente ondulado, com a cauda aberta em leque e com poucas batidas de asas. É uma ave onívora, comendo pequenos animais, bagas e sementes, como os pinhões. Desmancha as pinhas, retirando pinhões para se alimentar. Alguns caem no solo diretamente da pinha desmanchada e ainda podem deixar cair outros durante o voo. Assim, indiretamente, a gralha-azul ajuda na disseminação do pinheiro-do-paraná (Araucaria angustifolia), como também de outras espécies de plantas das quais se alimenta.

Além das espécies naturais de psitacídeos como a tiriva (Pyrrhura frontalis), outras foram introduzidas de forma involuntária pela população humana, como papagaios e periquitos não típicos da fauna local. Atualmente podem ser encontrados bandos de periquito-rico (Brotogeris tirica) que frequentam a zona central da cidade e, em bairros arborizados, famílias de papagaio-verdadeiro (Amazona aestiva) se deslocam à procura de comida e repouso.

Fazem parte da avifauna de Curitiba, várias espécies de pombos nativos que se adaptaram com facilidade a este meio, como a pomba-asa-branca (Columba picazuro), a avoante (Zenaida auriculata) e a rolinha-paruru (Columbina talpacoti). No entanto, o pombo-doméstico (Columba livia) adquiriu destaque na paisagem urbana, agrupando-se em praças, parques e quintais onde encontre comida fácil e espaço para reprodução.

Mastofauna

Em grande parte da Região Metropolitana de Curitiba, o crescimento urbano e as atividades antrópicas implicaram em profundas modificações ambientais, prejudicando ou destruindo habitats fundamentais como áreas de abrigo, alimentação e reprodução, o que levou à rarefação ou ao desaparecimento de muitas espécies de mamíferos, já não sendo possível resgatar com exatidão a fauna original.

Algumas espécies são, porém, bastante plásticas em suas necessidades alimentares e de abrigo, conseguindo sobreviver e adaptar-se a ambientes submetidos a diferentes graus de alteração.

Além de reduzir o número de espécies, a ocupação urbana trouxe consigo espécies exóticas como lebre (Lepus europaeus) e outras que já se tornaram cosmopolitas, como ratazana (Rattus norvegicus), rato-de-casa (Rattus rattus) e camundongo (Mus musculus).

Uma das poucas espécies nativas que suporta um grau elevado de modificação do ambiente é o gambá (Didelphis sp.), que ocorre em todo o município, inclusive nos parques e na região central da cidade.

Outros mamíferos silvestres que conseguiram adaptar-se às condições urbanas são alguns morcegos insetívoros, principalmente o morceguinho-das-casas (Tadarida brasiliensis) e o morcego-cauda-grossa (Molossus molossus); e frutívoros, como o morcego-cara-branca (Artibeus lituratus) e morcego-fruteiro (Sturnira lilium).

Nas áreas mais retiradas podem ser encontrados preás (Cavia aperea), ouriço-cacheiro (Sphiggurus villosus) e até mesmo furões (Galictis cuja).

Algumas dessas espécies, porém, encontraram na cidade condições propícias e vêm ocupando os espaços de maneira desequilibrada, causando prejuízos ao próprio ambiente. Nesse caso encontram-se capivaras (Hydrochaeris hydrochaeris), frequentes e muito numerosas em várias áreas verdes da cidade que possuem lagos ou são cortadas por cursos d’água.

Existem ainda problemas causados por espécies que, apesar de serem nativas do Brasil, são exóticas à nossa região geográfica e foram soltas indevidamente, pela falta de conhecimento, de forma proposital ou não, causando inúmeros danos.

Isso ocorreu com espécies do gênero Callithrix como o mico-estrela (Callithrix penicillata) e o sagui-de-tufo-branco (Callithrix jacchus), pequenos primatas originários da região nordeste do Brasil, ao norte do rio São Francisco e a leste do rio Parnaíba (Auricchio, 1995). Nos ambientes onde foram introduzidos, esses animais mostraram evidências de competição por recursos alimentares e refúgio, além de atividades de predação sobre espécies nativas, principalmente aves.

Outras espécies, como as domésticas e que não desenvolveram estratégias de captura e predação naturalmente, ou seja, que não tiveram o aprendizado natural (cães e gatos em estado feral, especialmente), podem causar grandes danos à fauna nativa (Leite-Pitman et al., 2002).

Vespas, Abelhas Africanizadas e Nativas Sem Ferrão

As espécies de vespas que mais comumente são encontradas nas áreas públicas urbanizadas de Curitiba compreendem: Polybia ignobilis, P. scutellaris, P. occidentalis, Brachygastra lecheguana, Agelaia multipicta e Polistes sp. Tais espécies possuem hábitos de nidificação bastante característicos, podendo ocorrer tanto em árvores ou arbustos, como em edificações.

The Western honey bee (Apis mellifera) is classified as a domestic species, as it has been handled by mankind for thousands of years, with the use of handling and genetic improvement techniques that have allowed for the guidance of the species’ genetics according to human needs. However, with the introduction of the African subspecies in 1956, which promptly became mixed with European subspecies that had been introduced at the beginning of the 19th Century, forming the bee known in Brazil as “Africanized bee”, the species’ biological and behavioral features changed radically. Currently, most populations of this bug is not under human control and handling, and there are colonies located in various places, both in rural areas and big cities, dwelling on light poles, storm drains, borders of houses, and often causing serious accidents. In this case, the species has typical wild, feral species features. From the biological point of view, this bee also shows all features of an invasive species, i.e.: it can easily adapt and colonize environments, with a fast reproduction rhythm, and large capacity of migration and dispersion. As a result, the species currently occurs in all Brazilian biomes, occupying places that were originally occupied by autochthon species and benefiting from the constant gene flow indirectly promoted by the beekeeping activities, which have been growing over the last three decades.

Since 1995, the municipality of Curitiba has been monitoring wild Apis mellifera colonies, that is, migratory or local swarms that are not being handled by beekeepers in apiaries, randomly settled in various places, which are, in most cases, inadequate, as they are located in urbanized areas. In an initial stage, teams were trained by the Associação Paranaense de Apicultores (Paraná Association of Beekeepers) and collected bees in public and private areas. Currently, the Africanized bee collection service is outsourced and only swarms and hives that occur in municipal public areas are handled.

Social native stingless bees play an important role in maintaining the biodiversity of the ecosystems, as they are estimated to be responsible for 40%-90% of the pollination of native forest species. Because they move over flowers in search for nectar and pollen, these bees promote plant fertilization, ensuring their multiplication and perpetuation.

Some of the most common species in the Curitiba region are: the jataí (Tetragonisca angustula), a species that shows a high level of synanthropy, uniting features that are useful for the rational exploration, providing excellent honey, good productiveness, and sweetness; the mandaçaia (Melipona quadrifasciata), which is currently rare in nature; the mirins (Plebeia spp.), which are small-sized bees; their varied species and relative ease to choose nesting places make them the most common group in the State; and the tubuna (Scaptotrigona bipunctata), a rather aggressive species, which produces abundant honey. Another species that can also be found in all regions of the State is the irapuá (Trigona spinipes), which is more aggressive than tubuna and does not adapt to hive raising, as its nest occurs in trees and its honey is not used for consumption due to the worker bees’ habits regarding visiting waste and decomposing carcasses. One of the most interesting species from the behavioral point of view is the irati (Lestrimelitta sulina), due to its cleptobiosis; its main feature is the inability to remove the pollen and nectar needed to its existence from flowers and the need to steal it from other bee nests.

Principais Resultados

Mapeamento de Macro Invertebrados

O mapeamento tem a função de contribuir para prevenção de surtos endêmicos, fazer um diagnóstico da situação ambiental dos recursos hídricos e fornecer dados úteis para o monitoramento da qualidade das águas de Curitiba.

Até o momento, em 12 nascentes situadas ao longo da Bacia Hidrográfica do Rio Barigui, identificou-se cerca de uma centena de espécies, entre moluscos, minhocas, crustáceos e larvas de insetos (libélulas, mosquitos e besouros).

Peixes, aves e outros animais aquáticos podem retornar aos rios do município desde que sejam reduzidos fatores de poluição como esgoto, efluentes industriais e lixo. O ambiente aquático nas nascentes amostradas encontra-se impactado em vários níveis, porém os seres vivos ali presentes podem atuar como dispersores de vida para os cursos de água subsequentes.

Vespas e Abelhas Africanizadas

Por meio deste projeto, o Programa Biocidade criou um serviço de resgate, que visa fazer a transferência dos enxames encontrados em áreas urbanizadas para lugares mais afastados, onde o risco de acidentes é menor. Diante da ocorrência de um enxame, qualquer pessoa pode recorrer ao serviço telefônico de atendimento ao cidadão da Prefeitura. Imediatamente, uma empresa terceirizada é acionada para fazer o atendimento.

Além disso, também estão sendo observados enxames de abelhas sociais nativas sem ferrão (Meliponina), bastante frequentes na arborização pública, nos parques e praças do município. As espécies mais comuns encontradas são a jataí (Tetragonisca angustula), a tubuna (Scaptotrigona bipunctata), a mirim (Plebeia emerina) e a irapuá (Trigona spinipes).

Esse projeto também propõe a difusão de técnicas de criação e manejo dessas abelhas em caixas artificiais, talvez a única forma de preservá-las, uma vez que necessitam de ocos de árvores para instalar seus ninhos.

O crescente desmatamento tem obrigado algumas espécies a se adaptar a outros substratos de nidificação e outras, não tendo condições para tanto, encontram-se em processo de extinção. Devemos lembrar que esses insetos são polinizadores em potencial e que muitas plantas, dependem de suas ações para perpetuar as suas espécies.

Conservação de Espécies Ameaçadas de Psitacídeos

As principais causas do declínio das populações de papagaios são o desmatamento, a extração de árvores e plantas que são utilizadas como alimento e abrigo pela espécie e a captura clandestina de filhotes e adultos para o comércio ilegal.

A criação de animais “ex situ” em zoológicos sempre foi vista como simples necessidade de reposição de animais em exposição e animais para permutas. Atualmente, porém depara-se com a possibilidade de participar ativamente da gestão ambiental do país, proporcionando local e pessoal para o desenvolvimento de pesquisas sobre a fauna, com especial interesse nas espécies em perigo de extinção. Pesquisas sobre biologia e medicina veterinária aplicada à fauna contam com protocolos já estabelecidos para um manejo sanitário/preventivo, porém o manejo reprodutivo tem explorado técnicas que podem aperfeiçoar o desempenho dos animais.

Nesse sentido, no Zoológico de Curitiba, o Programa Biocidade desenvolve projetos de conservação de duas espécies de psitacídeos visando desenvolver e dominar as técnicas de reprodução que são bastante complexas. Outro objetivo, em longo prazo, é o estabelecimento de banco genético e manutenção de populações viáveis destas espécies em cativeiro para futuros projetos de repovoamento nas áreas originais de sua ocorrência.

Conservação do Papagaio-de-cara-roxa

O papagaio-de-cara-roxa (Amazona brasiliensis) é uma das espécies que atualmente estão sob ameaça de extinção. É endêmica do Brasil e sua distribuição abrange uma estreita faixa que vai do litoral sul de São Paulo, atravessa a costa do Paraná e chega até o extremo norte do litoral de Santa Catarina.

Desde 1998, a Sociedade de Pesquisa em Vida Selvagem e Educação Ambiental (SPVS) desenvolve o Projeto de Conservação do Papagaio-de-cara-roxa no litoral do Paraná. O objetivo principal é a proteção da espécie, assegurando a conservação de populações geneticamente viáveis, eliminando as ameaças de extinção, sensibilizando a comunidade para a importância da sua preservação e promovendo a conservação ambiental da região.

O Zoológico de Curitiba, em parceria com a SPVS, participa do Projeto Conservação do Papagaio-de-cara-roxa conduzido pelo Fundo Nacional do Meio Ambiente.

Desde o início do Biocidade, por meio deste Projeto, já nasceram três filhotes de papagaio-de-cara-roxa no Zoológico.

Reproduzindo o Chauá

O chauá (Amazona rhodocorytha) é uma espécie que atualmente está sob ameaça de extinção. É endêmica do Brasil e sua distribuição abrange uma faixa que vai do litoral de Alagoas ao Rio de Janeiro, se estendendo, a oeste, até o leste de Minas Gerais.

Incluído no Programa Biocidade, o projeto de reprodução dos chauás é uma parceria entre o Zoológico de Curitiba e a Organização da Sociedade Civil de Interesse Público Ideia Ambiental, que desenvolve projetos de conservação e pesquisa com espécies ameaçadas. O trabalho com o chauá, iniciado em 2006, foi aprovado pela Fundação Loro Parque e pela Federação Americana de Avicultores e ficou em primeiro lugar na categoria "Trabalho em cativeiro com aves".

O Zoológico de Curitiba é o primeiro no país a conseguir a reprodução da espécie, com o nascimento de 3 filhotes de Chauá em 2009.